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Pesquisadores de Campinas desenvolvem espuma que combate Covid

Especialista em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Lucas Portilho desenvolveu um produto que elimina 99,9% dos microrganismos da pele. Chamado Espuma Micelar Facial anti-covid, o produto comprovou em testes uma atividade asséptica comparável ao álcool em gel e igualmente eficaz para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

“A vantagem em relação ao álcool em gel é que a espuma pode ser usada não apenas nas mãos, mas também no rosto e em outras partes do corpo, sem necessitar de enxágue”, afirma Portilho.

Indicada para pessoas com doenças de pele ou sensíveis e intolerantes ao álcool, tem em sua composição um derivado da quinoa e proporciona hidratação nas áreas onde é aplicada.

Usado como medida profilática contra o novo coronavírus, o consumo de álcool em gel aumentou em 67%, segundo levantamento realizado em 2020 pelo Instituto QualiBest. Embora tenha se tornado um aliado na prevenção da Covid-19, o produto tem como efeito colateral o ressecamento da pele.

“O álcool tem o poder de dissolver ceramidas, ácidos graxos e colesterol, que são as gorduras boas da pele, responsáveis pela formação da barreira cutânea”, diz Lucas Portilho. A carência dessas gorduras boas, destaca o especialista, leva a pele a adoecer. “Não raramente, aparecem a dermatite atópica e mesmo a psoríase”, diz.

A Espuma Micelar Facial anti-covid desenvolvida por Portilho é um produto vegetal não inflamável que elimina 99,9% dos microrganismos da superfície da pele.

“O produto foi dermatologicamente testado, o que significa que não causa irritação, sensibilização ou alergia”, afirma.

Quando aplicada nas mãos, no rosto ou em outras partes do corpo, a espuma cremosa não precisa ser enxaguada. Ao mesmo tempo, observa Portilho, o produto proporciona hidratação à pele.

Na composição da espuma micelar é utilizado um derivado da quinoa, semente com efeitos benéficos comprovados como alimento por conter proteínas, fibras, vitaminas, cálcio e antioxidantes. “O composto que extraímos da quinoa é a saponina. Trata-se de um excelente agente de limpeza e antimicrobiano”, diz Portilho.

A sustentabilidade sempre foi um condicionante nas pesquisas de Lucas Portilho. “A matéria-prima usada na espuma tem certificação Ecocert e não é testada em animais”, garante o especialista.

A Espuma Micelar Facial anti-covid, disponível em embalagem de 60 ml, pode ser encontrada em farmácias de manipulação de todo o Brasil.

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Braskem investe US$ 61 milhões na expansão da produção de biopolímeros

A Braskem expandirá sua capacidade de produção de eteno verde, matéria-prima produzida a partir do etanol da cana-de-açúcar e utilizada para a produção de resinas renováveis que capturam CO2 da atmosfera, um dos gases causadores do efeito estufa. A unidade industrial desse produto fica em Triunfo, no Rio Grande do Sul, e a capacidade atual, de 200 mil toneladas por ano, passará para 260 mil toneladas anuais. O projeto de expansão iniciará ainda em 2021, está orçado em US$ 61 milhões e deve ser finalizado no quarto trimestre de 2022.

“A expansão da capacidade de produção de biopolímeros é reflexo do crescimento na demanda da sociedade e dos nossos parceiros por produtos sustentáveis, que tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Esta iniciativa também reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, que anda lado a lado com os valores da cadeia em que estamos inseridos e de nossos clientes. Esse aumento ne capacidade de produção de nossa unidade industrial tem como objetivo manter a Braskem na liderança do mercado de biopolímeros”, explica Marco Jansen, responsável global por biopolímeros na Braskem.

Os estudos da Braskem para produção dos biopolímeros produzidos a partir da cana-de-açúcar começaram em 2007, no Centro de Tecnologia e Inovação do Polo Petroquímico de Triunfo (RS), o maior e mais moderno complexo de pesquisa do setor na América Latina. A empresa investiu US$ 290 milhões na construção da unidade industrial e, em 2010, apresentou ao mercado o primeiro polietileno (PE) de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, representado hoje pela marca I’m green bio-based.

Nos últimos anos a Braskem ampliou a produção com a oferta de novas soluções renováveis, como o EVA I’m green bio-based, resina utilizada em setores como automobilístico e calçadista, entre outros. Em 2020, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) da ONU e a Rede Brasil do Pacto Global reconheceram a marca I’m green como um dos casos mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil. No ano passado, durante o Financial Outlook & Sustainability Forum, a marca também recebeu o prêmio Sustainability Awards como melhor iniciativa sustentável. A iniciativa foi promovida pela publicação norte-americana Chemical Week e avaliou cerca de 75 projetos entre os mais inovadores do setor químico e petroquímico.

O empenho em criar soluções a partir da cana-de-açúcar na Braskem está diretamente relacionado à estratégia de sustentabilidade da empresa, que segue investindo cada vez mais em produtos desenvolvidos a partir de matéria-prima de origem renovável. Hoje, o portfólio de resinas renováveis é exportado para mais de 30 países e já é utilizado em produtos de mais de 250 grandes marcas, como Allbirds, DUO UK, Grupo Boticário, Join The Pipe, Johnson&Johnson, Natura & Co, Nissin, Shiseido e Tetra Pak.

“Não é mais possível pensar em um modelo de negócio que não considere processos produtivos com menor impacto ambiental e práticas de economia circular. O mundo tem inúmeros desafios pela frente, como as mudanças climáticas e a disponibilidade de recursos naturais como a água. Sendo parte importante no desenvolvimento econômico de vários setores da economia, a Braskem se coloca como corresponsável para ajudar o mercado a caminhar na direção certa”, complementa Jansen.

O polietileno renovável da Braskem mantém a mesma qualidade e versatilidade do produto de origem fóssil, mas com a vantagem de capturar, ao longo de sua cadeia de produção, até 3,09 toneladas de gás carbônico por cada tonelada produzida. Na produção de EVA renovável a captura é de até 2,1 toneladas de CO2 por tonelada produzida. No caso do polietileno, como o produto é fabricado pela Braskem há 10 anos, a estimativa é que a solução tenha evitado a emissão de 5,54 milhões de toneladas de CO2 neste período.

A expansão da capacidade de produção de biopolímeros vai representar uma redução de 185 mil toneladas de CO2 na meta da Braskem de se tornar uma empresa carbono neutro até 2050. “A neutralização de carbono é um dos caminhos mais viáveis para minimizar os impactos das mudanças climáticas. Nesse sentido, aumentar a nossa produção de plástico feito a partir da cana-de-açúcar trará ganhos significativos para nós e para nossos clientes mundo a fora em questões relacionadas à sustentabilidade”, diz Jansen. O executivo também afirma que todas as etapas para o processo de expansão da capacidade de produção de eteno verde da Braskem serão realizadas sem interrupção da produção atual, atendendo normalmente aos clientes.

Fonte: Embalagem Marca


INEOS Styrolution declares force majeure on ABS

HOUSTON (ICIS)--Operations at INEOS Styrolution’s Altamira, Mexico, plant were severely disrupted by last week’s winter storm, leading to a force majeure on acrylonitrile-butadiene-styrene (ABS),...

Fonte: ICIS - Independent Commodity Intelligence Services